A história da Casa
confunde-se com a história da cidade.
Da Scallabis romana de Júlio César a Casa da
Alcáçova orgulha-se de possuir as ruínas mais
antigas da Cidade, o podium (base) de
um templo romano do séc. I (a.C.) recentemente
classificado como Monumento
Nacional.
Da Shantarin árabe à Santarém Medieval são
vários os vestigíos no interior da Casa.
Cisternas de água, abóbadas, silos escavados no
subsolo, portas e muralhas, convivem harmoniosamente
recuperados.
Na Casa (edifício do séc. XVII) hospedou-se por
largas temporadas o poeta Bocage
que aqui, certamente inspirado pela paisagem
deslumbrante, escreveu alguns dos seus sonetos,
incluídos nas suas poesias eróticas ou
satíricas.
Actualmente cuidadosamente recuperada a Casa
mantém a traça arquitectónica e vestígios do
passado com todas as comodidades e conforto
exigido pelo presente.